segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Atividade 3: "Estudar Matemática"

Com base no texto "Estudar Matemática", de Marlene Menegazzi, elabore um texto de uma página em que seja relatada uma experiência pessoal relacionada ao que o texto apresenta.

19 comentários:

  1. A matemática infelizmente ainda é vista pelos alunos como uma disciplina difícil e desvinculada da realidade. É pela ação o professor que as mudanças podem ocorrer. Para que isso aconteça as metodologias contribuem para que haja uma aproximação entre alunos e professoras.
    Geralmente nós professores realizamos uma série de atividades mas não temos o hábito de registrá-los. A destacar uma atividade realizada com alunos do 6º ano em Geometria.
    Realizei um passeio pela escola identificando e fotografando estruturas que mostravam a existência de ângulos. Ali mesmo foi comentado o conceito de ângulos e em sala de aula abordado mais especificações e utilizado figuras para fazer as medições dos ângulos. Em seguida foi realizado a mesma atividade mas no parque da escola, que apresentava uma riqueza de ângulos.
    Esta foi uma atividade muito simples mas que para os alunos teve significado, foi envolvente e foi possível perceber a matemática no cotidiano.
    Professora PDE – Elisangela Rovaris Nesi

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  2. Matemática e realidade
    A matemática é vista pela maioria dos alunos como a disciplina mais difícil e menos atrativa. Para mudar este pensamento, nos professores devemos dinamizar nosso fazer pedagógico e aplicar atividades onde aconteça um aprendizado significativo, de uma forma agradável e divertida.
    Neste contexto, desenvolvi com os alunos do 6º ano uma atividade envolvendo as quatro operações fundamentais e noções de juros, utilizando panfletos de propaganda de diversos produtos. Cada aluno escolhe um produto, como computador, geladeira, celular, etc., analisa e anota o preço a vista, a prazo e em quantas parcelas o valor do produto esta sendo dividido. Fazem os cálculos de multiplicação das parcelas e encontram o preço a prazo, fazem a comparação do preço a vista e do preço a prazo e observa através da subtração dos mesmos quanto pagarão de juros na compra a prazo.
    Os alunos ficam admirados com os resultados obtidos e passam a ter uma noção de compras com economia, não pagando juros ao adquirir uma certa mercadoria à vista. Eles, a partir deste trabalho, conseguem analisar se compensa fazer compras a vista ou a prazo. Dizem inclusive, que precisam avisar seus pais sobre esta descoberta.
    Prof. Sandra Regina Marcon

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Trabalhar com a matemática na escola, atualmente, exige criatividade do professor e pesquisa constante, pois precisamos trazer situações que façam os alunos perceber que esta disciplina curricular não está desvinculada da realidade. Tantas são as contextualizações já feitas, no decorrer dos muitos anos que sou professora, vou citar duas situações. Quando trabalhei com 6ªsérie/7º ano do Ensino Fundamental, ao introduzir o conteúdo razões e proporções, os alunos fizeram suco utilizando o suco concentrado e água. Fizemos a leitura do rótulo da garrafa do suco, exploramos as medidas, conversamos sobre a importância em fazer o suco de acordo com as proporções estabelecidas. Depois o suco foi distribuído aos alunos. Os alunos gostaram muito. Foi uma forma bem eficaz para iniciar o trabalho com o conteúdo citado. A partir disso exploramos outras situações. No 1º ano do Ensino Médio trabalhamos com a leitura da conta de água, exploramos o conteúdo funções. Discutimos questões sobre o uso racional da água, exploramos o metro cúbico, a porcentagem (cálculo do valor do esgoto). Essa atividade também foi bem importante para o aprendizado dos alunos. Enfim, qualquer atividade proposta, sendo bem desenvolvida, pode contribuir para que o aluno construa conceitos a partir das situações vivenciadas em sala de aula.
    Professora Raquel A. W. de Lima

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  5. Estudar matemática

    A presença da matemática na escola é uma consequência de sua presença na sociedade e, portanto, as necessidades matemáticas que surgem na escola deveriam estar subordinadas ás necessidades matemáticas na vida em sociedade. Diante desta visão sempre procuro trabalhar os conteúdos interligando com a realidade dos alunos, entre algumas experiências vivenciadas em sala de aula cito a do 14 BIS:
    Ao trabalhar o conteúdo de escala na 6ª série (hoje 7ºano) construímos uma replica do 14 BIS.
    Primeiro foi feito uma pesquisa sobre Santos Dumont e sua invenção, analisamos as medidas reais que foram construídas, a partir da pesquisa questionei a turma sobre que escala utilizaria para fazer a replica, que medida deveria utilizar que materiais seriam necessários, em resposta a esses questionamentos chegou-se a uma conclusão para a confecção.
    Segundo momento foi trabalhado o conteúdo de razão, proporção, escala e medidas através do desenho. Depois foi construído o 14 Bis com os alunos, utilizando os seguintes materiais: Bambu, papel manteiga e cola quente.
    Procedimento: Os alunos foram divididos em grupos, onde um grupo ficou responsável por cortar os bambus em medidas proporcionais e definidas em classe, outro grupo recortou o papel vegetal e alguns alunos ficaram responsáveis pela montagem colando com cola quente.
    Nesse trabalho houve um grande envolvimento dos alunos os quais incrementaram colocando hélice e motor.

    Obs: O motor e hélices foram simbólicos, tiraram de um avião de brinquedo infantil.
    Professora: Clecir Pietrobon Maccarini

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  6. Geometria nas ruas
    É de extrema importância que nosso aluno veja a relação entre a Matemática que é ensinada na escola e a Matemática que se utiliza na realidade. Com esse intuito, realizamos uma experiência onde tomamos como parâmetro os entes primitivos da Geometria e buscamos verificar sua presença nas ruas e no cotidiano das pessoas, isso serviu também como uma ideia de mostrar ao aluno o quanto a Matemática, em sua vertente geométrica, está presente em sua vida. Assim como a Geometria inicia com o ponto, esta experiência também o fez. O ponto, como sabemos, é representado por uma marca feita por um lápis, por exemplo, sempre indicado por uma letra latina e maiúscula.
    O ponto é considero adimensional, ou seja, sem dimensão, não tem partes, nem grandeza alguma, mas podemos representá-lo, como já foi dito, por uma marca de lápis, mas para efeito de ensino, podemos utilizar vários objetos reais como exemplo. Uma pequena cabeça de prego no contexto de uma parede, pode representar um ponto, um pequeno parafuso que segura uma lateral de uma máquina agrícola também é um exemplo, a marca do pênalti em um campo visto de cima a uma certa distância pode ser considerado um ponto no contesto de todo o estádio.
    Nesse contexto, saímos à rua e aos alunos foi proposto que identificassem objetos ou mesmo marcas reais que pudesse ser considerado um ponto em relação ao contexto. Além da identificação, o aluno deveria desenha-lo no caderno e explicar textualmente o porquê daquele objeto ou marca ser considerado um ponto naquele contexto.
    O que se observou com esta experiência é que o aluno consegue dar sentido aos conteúdos que, de maneira geral, são ensinados na teoria, aprendendo-os e fazendo a relação entre os mesmos quando voltam ao livro texto. Ademir Basso

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  7. ESTUDAR MATEMÁTICA
    A Matemática é considerada por todas as pessoas como presente em atividades cotidianas simples. Porém, a Matemática ensinada na escola é vista como difícil e não aplicável nas atividades cotidianas que dizem ser simples.
    O que acontece é que, enquanto alunos, não aprendem a fazer as generalizações práticas da Matemática no seu dia a dia. Esse processo se perpetua há séculos. A escola continua a ensinar de maneira parecida, transmitindo as generalizações sem aplicação prática, o que contribui para manter a sua invisibilidade na sociedade.
    As instituições de Ensino Superior é que devem investir nas mudanças para que a formação dos professores seja diferenciada e sua prática pedagógica sofra transformações significativas para que contextualizem ensino de Matemática na sociedade, respondendo às necessidades individuais e sociais.
    Neste enfoque, a visão do profissional da educação é fator determinante para as mudanças no processo de ensino e aprendizagem. Em primeiro lugar o professor deve ter uma visão clara do seu propósito em sala de aula, buscando a aplicação prática para dar significado a teoria.
    Em minhas experiências na prática pedagógica, o desenvolvimento de atividades com geometria plana e medidas, que foi marcante, é a seguinte:
    Para a jardinagem do colégio que trabalho, foi utilizado as figuras geométricas planas como o quadrado, o retângulo, o círculo, o triângulo, o pentágono, etc., para construir canteiros, plantar flores, folhagens, grama preta para a proteção de raízes das árvores, onde o contorno era medido em linha reta, enfileirando pedras. Era calculado o perímetro e a área de cada forma geométrica e desenhado a planta baixa em escala de medidas. Foi realizado o estudo de geometria plana e medidas para contextualizar na prática a sua utilização na comunidade escolar.
    Os alunos desenvolveram essas atividades práticas com entendimento significativo de sua aplicação.
    Professora Arlete Spuldaro
    chopinzinho _PR

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  8. TEXTO REFERÊNCIA A UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA EM SALA DE AULA
    Durante meus vinte anos de trabalho docente, passei por muitas mudanças pedagógicas e diferentes teorias propostas pela SEED, muitas das quais não trouxeram resultado positivo. Outras, porém, proporcionaram um enriquecimento da prática e contribuíram para dar significado aos conteúdos matemáticos ensinados.
    Uma dessas experiências foi realizada em 2011 no Colégio Estadual José de Anchieta, envolvendo todas as disciplinas, o projeto tratava do tema da história e influência da cultura negra no Brasil. Na minha disciplina de matemática fiz uma pesquisa com os alunos da 2ª série do Ensino Médio sobre a utilização de figuras geométricas pelo povo africano na sua vida cotidiana, como por exemplo, a aplicação em tapetes, cobertores, vasos, totens, máscaras (caricaturas), entre outros.
    Após a pesquisa online, selecionamos os desenhos mais bonitos e com maior diversidade de figuras planas, repassamos os mosaicos para folhas de papel seda, utilizando régua e compasso. Nesse processo analisamos as características das figuras geométricas planas, o valor dos ângulos, congruência, proporção, ponto médio, mediatriz, cálculo de perímetro e área.
    Em sequência, após os cálculos, os alunos pintaram os mosaicos com tinta acrilex e estes foram colados em latões em formato de cilindro (os quais foram arrecadados em uma fábrica de molduras da cidade). Para impermeabilizar os mosaicos foram passadas camadas de cola com pincel sobre os desenhos.
    Esses latões prontos seriam usados como lixeiras na escola, ou como porta “trecos”. Com a lixeira pronta, calculamos o volume de lixo que cabia em cada latão, explorando em matemática a capacidade de cada um e do todo produzido.
    Fazendo uma breve análise do projeto, posso dizer que foi prazeroso para todos e os resultados superaram as expectativas. Na verdade foi trabalhada grande parte da Geometria Euclidiana de uma forma prática e contextualizada, com moldes na modelagem matemática que é referência como tendência metodológica atualmente, e que acredito ser primordial para resgatar o significado e aplicabilidade da matemática.

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  9. Professora Adriana F. de Matto

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  10. MATEMÁTICA NO TRÂNSITO

    Sentimos a necessidade de buscar estratégias, mudar a visão da matemática e ensino.
    Assim, a matemática deve ser útil aos alunos ajudando-os a compreender, explicar e organizar sua realidade.
    Ao trabalhar estatística sintetizando valores coletados no DETRAN e Polícia Militar. Os alunos puderam contextualizar e analisar infrações do período urbano de Guarapuava por: Dirigir em estado de embriaguez, não obedecer sinalização, menor dirigir sem habilitação e acidentes ocorridos aquele ano.
    Foi trabalhado com os alunos a regra de três, porcentagem, medidas, geometria e construção de gráficos. Proporcionando uma aprendizagem significativa.
    Professora Marlene P. Godofredo

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  11. Vou relatar uma experiência gratificante que tive em minha carreira.
    Trabalhando com uma turma de EJA Ensino Fundamental Coletivo noturno, alunos trabalhadores, interessados, porém cansados.
    Ao trabalhar semelhança de triângulos iniciei com a história que conta que o filósofo e matemático Tales de Mileto, em uma de suas viagens ao Egito, ficou famoso por ter medido a altura de uma dessas pirâmides sem a necessidade de subir até seu vértice. Expliquei-lhes como conseguiu a façanha.
    Fizemos alguns problemas simulando a experiência de Tales. Eles foram participativos, porém não observei que tivessem demonstrado interesse especial.
    Surpreendi-me na aula seguinte, com um Senhor que chegou a sala e alegre falou:
    “ _ Professora, comprovei o que você explicou na aula passada e dá certinho ...” e então passou a relatar aos colegas.
    “- Medi a altura de um poste. Estava tomando chimarrão com meus pais (idosos), então falei a eles que iria medir a altura do poste, sem subir , calculando pela sombra, como tinha aprendido na escola. A reação de meu pai foi de descrédito e minha mãe ficou assustada, achando impossível. Então com a ajuda de meu pai, coloquei uma estaca de 1,80 m na mesma direção do poste. Em seguida medi a sombra do poste e da estaca. Fiz os cálculos. E cheguei ao resultado. Para comprovar medi um “ gomo “ do poste e multipliquei. Em seguida medimos a altura da casa, meus pais ficaram espantados.”
    Observei o interesse dos colegas ao ouvir o relato . Percebi após essa aula um interesse maior em relação a matemática .
    Professora Eni

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  12. Em minha prática pedagógica não está pautada em várias abordagens pedagógicas, em aspectos específicos e situações específicas. Como por exemplo, quando exponho os conceitos matemáticos, não levando em conta a experiência do aluno e das realidades sociais, ou seja de maneira “enciclopedista”, estou predominantemente lançando mão da abordagem tradicional.
    Quando, em situações de trabalho em grupo, os alunos, valorizo a integração do aluno no grupo fazendo com que ele interaja e tenha a possibilidade de trocar experiências, assim atuo como um facilitador do conhecimento e portanto predomina a abordagem humanista.
    Em momentos em que se realizamos experiências práticas, promovemos uma interação sujeito objeto, desconstruindo e reconstruindo modelos mentais , produzindo novas estruturas.Neste caso estamos pautados na abordagem cognitivista.
    Poucos momentos em sala de aula consegui promover a superação da relação opressor oprimido


    Prof Juciara Soletti Cardoso

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  13. Síntese do texto: Estudar Matemática

    A questão está no entendimento do verdadeiro sentido, das relações e desdobramentos do ensino de matemática. Em primeiro lugar é necessário destacar que há matemática na sociedade, ela surge com as demandas sociais. Por isso, o ensino da matemática se estende além das necessidades derivadas da escola, correndo o risco de reduzir-se, o valor “social” da escola em um mero valor “escolar”.
    O problema, na construção de um currículo que contemple estas questões, não está na sequenciação e temporização , e sim na reconstrução das obras matemáticas selecionadas no currículo como obras que devem ser estudadas e não somente ensinadas.
    Assim, o que é proposto é pesquisar e encontrar situações se sejam um bom “laboratório” , que permita aos alunos avançarem de maneira eficaz no estudo da obra considerada.
    O rendimento deste trabalho depende em primeiro lugar do contrato didático entre o professor e o aluno, determinando o sucesso ou fracasso do processo ensino aprendizagem. Onde é possível definir a relevância dos conteúdos selecionados . Neste sentido, três aspectos ganham importância:
    - A atividade matemática ganha um destaque especial, não dependendo a todo momento da vontade estrita do professor, adquirindo condições próprias, com alguma independência dos protagonistas
    - A evolução da ideia que o professor é aquele que “ensina” e o aluno é aquele que “aprende” evolui para uma situação em que os papéis do professor e o aluno são definidos de maneira menos rígida
    - Mudança no equilíbrio das responsabilidades atribuídas, em que o professor não necessita resolver a cada instante as atividades pontuais e deixa de ser o único responsável pela atitude, motivação e tarefa deles.
    A organização matemática, se constitui no resultado final de uma atividade matemática, que apresenta dois aspectos inseparáveis que é a “praxis”, que consta de tarefas técnicas (prática) e o “logos” que é o discurso fundamentado constituído por tecnologias e teorias.
    Na elaboração da praxeologia matemática, é levado em conta um processo não homogêneo constituído de fases. Em um primeiro momento, faz-se referência aos objetos matemáticos que constituem um tipo de problema; o momento exploratório, relaciona um determinado tipo de problema com uma técnica adequada para abordá-lo; e finalmente, o momento do trabalho da técnica está relacionado com domínio, precisão e nova criação de técnicas matemáticas.
    Professora: Juciara Soletti Cardoso

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  14. UM EXPERIMENTO QUE DEU CERTO – RELÓGIO SOLAR

    Vale relembrar que todo professor já foi questionado por seus alunos sobre: Porque estudar esse conteúdo? Para que serve? Onde vou usá-lo? Tentando responder a estes questionamentos realizei uma experiência, na qual obtive sucesso, foi à construção de um relógio solar. Este projeto foi desenvolvido no ano de 2002, com alunos da 2ª série do ensino médio do Colégio Estadual Álvaro Natel de Camargo, do município de Espigão Alto do Iguaçu.
    O projeto tinha como objetivo construir um relógio solar, onde mostraria a aplicabilidade da trigonometria, e resgataria a história da produção do conhecimento. No desenvolvimento desse projeto teorias e conceitos de ciências, astronomia, geografia e história foram trabalhadas e relacionadas com matemática, estabelecendo assim relações interdisciplinares. Também foi possível propiciar através da experimentação a redescoberta, e que as idéias abstratas têm aplicações práticas.
    Foram realizadas pesquisas em livros, internet, sobre a história e a construção do relógio solar, e solicitado ajuda do Centro Astronômico do Paraná. Após a pesquisa concluída, foi determinada, a latitude, longitude e altitude do local a ser instalado o relógio utilizando GPS. Utilizando a latitude local foi calculado as linhas horárias (aplicação da trigonometria). Depois de calculada as linhas horárias foram feito o desenho do relógio e construído em granito, o desenho do gnomon (ponteiro) foi em formato de triângulo com um ângulo igual à latitude local.
    No dia 23/09/2002 “Equinócio da primavera” (data propícia) foi determinado através de um experimento prático o norte verdadeiro (geográfico) e confirmado através de teodolito e bússola de precisão.
    Com o relógio pronto foi feito a sua colocação e fixação com o gnomon alinhado com o norte verdadeiro.
    Verificar que o experimento deu certo, que as horas eram marcadas de acordo com o previsto proporcionou grande satisfação aos alunos. O desenvolvimento desse projeto contribuiu positivamente na ação educativa, fez conexões entre a matemática e outras áreas do conhecimento, além do aluno compreender a importância e aplicabilidade da geometria e trigonometria.
    O projeto e a utilização do relógio de sol é um laboratório a céu aberto, que desperta a curiosidade e o fascínio.

    Professora: Tania Mara Bertoncelo

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  15. Por uma matemática mais doce!


    Estudar Matemática é...
    ...Sem dúvida ir além da mera exposição de conteúdos, é preciso compreender, aplicar, refletir, acreditar, buscar!
    Sabemos que tudo que existe de conhecimento sistematizado é resultado da necessidade do homem em algum momento, e isto nos remete a pensar na busca incessante do conhecer e do saber!
    De acordo com o texto de Menegazzi, é pertinente a questão de “qual matemática deve ser estudada hoje para que se adquira a cultura básica exigida pelo interesse social...” A experiência de sala de aula nos permite buscar essa resposta.
    Dominar os cálculos básicos da matemática, racionar nas situações problemas, articular respostas, desenvolver a lógica é indispensável a todo cidadão crítico. A matemática da escola não deve estar distante da matemática da sociedade, elas devem estar articuladas, juntas.
    A nossa realização pessoal é diretamente proporcional a estabilidade financeira, desde que nascemos nossa vida está rodeada de números, nos pesam, medem, vestimos, calçamos, comemos e tudo é número, trabalhamos em função do dinheiro, pagamos, compramos etc. Aqui cabe uma reflexão, é indispensável controlar o consumismo exacerbado que domina o mundo; estar em paz consigo mesmo e com o entorno social requer equilíbrio, conhecimento e determinação do indivíduo em qualquer etapa da vida.
    Ressalto que deve ser na escola, enquanto criança que devemos dar os exemplos, os conhecimentos, as ferramentas para o aluno. Nós pais e professores devemos ter essa consciência!
    Realizei à algum tempo um projeto com os alunos do ensino médio na escola em que trabalho; a partir dos conhecimentos dos alunos e de suas famílias no que se refere a apicultura (produção de mel), desenvolvemos atividades práticas e teóricas de matemática. Iniciamos com uma visita a propriedade rural da família de um aluno produtor de mel, o mesmo expôs para a turma todo o conhecimento adquirido ao longo do tempo nessa atividade. Provamos o sabor do mel no favo, e participar desta atividade na aula de matemática foi um grande diferencial; mas era apenas o começo de atividades voltados a essa prática. Por fim, calculamos área do hexágono, volume de mel por nº de abelhas, Renda mensal da família com a apicultura, i.e; exploramos e trabalhamos muita matemática com sucesso!
    Nesse contexto é fundamental a dedicação e humildade do professor, pois saímos da nossa aula com giz e saliva e vamos buscar o novo, aprender junto com nosso aluno, encarar desafios; afinal professor é um eterno estudante!
    Professora Léia Denise Matesco

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  16. Sou Alessandry Amaral e para dinamizar minhas aulas de matemática com o ensino médio, optei por realizar uma gincana de matemática. Realizo esta atividade todos os anos e sempre vou variando as atividades. Abaixo cito algumas atividades 1ªtarefa: Desafio: confecção dos coletes.

    Distribuir um pedaço de TNT, de cores diferentes e acessórios de costura e colagem para cada grupo e orientá-los para a confecção de um colete criativo, diferenciando-os dos demais grupos. A realização da tarefa deverá ter a participação de todos os integrantes com tempo de 20 minutos de duração. A pontuação da equipe será de 5 pontos para quem terminar a tarefa no prazo estipulado.

    2ª tarefa: Quem é o Penetra

    Quatro amigos vão ao museu e um deles entra sem pagar. Um fiscal quer saber quem foi o penetra:
    – Eu não fui, diz o Benjamim.
    – Foi o Pedro, diz o Carlos
    .– Foi o Carlos, diz o Mário
    .– O Mário não tem razão, diz o Pedro. Só um deles mentiu. Quem não pagou a entrada? Essa tarefa valerá 100 pontos para a equipe que acertar o desafio.Tempo estipulado: 20min

    3ª Tarefa:CORRIDA DA P.A

     Nesta tarefa os alunos formarão fila com 6 participantes, em volta da piscina de bolinhas.
     As bolinhas estão numeradas em forma de P.A, com razões diversas.
     Cada equipe deverá formar sua P.A. corretamente colando as bolinhas no velcro que se encontrará no final da fila.
     A equipe que formar uma P.A com 10 termos em menor tempo pontuará 100 pontos. A 2 equipe pontuará 80, a 3ª60
     a 4ª40 e a 5ª 20 pontos conforme ordem de termino da tarefa.
    4ª tarefa:Jogo das pistas ( Quem é o matemático?)

     Cada equipe deverá escolher um envelope.

     Entrega para o coordenador ler a dica. Dada a primeira dica, a equipe terá 20 segundos para responder. Caso erre será dado a segunda dica Caso erre novamente é dada a terceira dica.
     A pontuação será definida pela pontuação adquirida durante a realização da tarefa.
     100 pontos – 1ª dica
    80 pontos – 2ª dica
    60 pontos – 3ª dica Se não acertar não pontua.
     E assim acontecerá com todas as equipes.

    5ª Tarefa: O CHINELÂO

     Realizará a prova 3participantes de cada equipe.
     Cada equipe deverá andar com o chinelão sobre a reta medindo o percurso de ida e volta ( o chinelão está marcado com as medidas de 10 em 10cm).
     Deverão cuidar para chegar mais próximo possível da medida correta do percurso. Quem se aproximar mais da medida marca 100 pontos e os demais 80, 60, 40 e 20 dependendo da diferença entre ao medida do percurso e a medida falada.

    6ª tarefa:Palavra cruzada

     Cada participante da equipe receberá uma atividade de “Palavras cruzadas” que deverá ser realizada individualmente no prazo máximo de 20min. Cada palavra cruzada completa valerá 10 pontos. A equipe que concluir primeiro terá mais 50 pontos a que terminar em 2º 40; 3º 30; 4º 20 e o 5º 10 pontos.


    7ª tarefa: DESAFIO MATEMATICO
     Os participantes da 1ª equipe pegam uma continha cada na caixa e passam para o professor que fará a pergunta, resolve-a mentalmente e responde. Se acertar marca 10 pontos. Vem o 2º participante e faz o mesmo, o 3º e assim sucessivamente.
     E assim com todas as equipes
    8ª tarefa: Música

     Compor uma música relacionando conteúdo matemático NÚMEROS, em 20 minutos. Essa tarefa valerá 100 pontos, distribuídos assim:
     50 pontos pela criação da música;
     50 pontos pela criatividade na apresentação.
     Serão escolhidos 2 professores para julgar

    9ª tarefa:Construção criativa com material reciclado

     Com os materiais que receberem, construir um brinquedo ou jogo que possa explorar as formas geométricas.
     Tempo de duração: 20 minutos
     Pontuação 100 pontos para quem realizar e explicar em tempo hábil


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  17. A matemática é uma disciplina que se torna difícil para os alunos devido haver muitas regras, mas o professor deve estar preparado para cada matéria e tentar aproximar-se do que eles vivem no dia-a-dia. Então a matemática vai tornar-se útil deixando-os mais próximos de sua realidade.
    Uma das matérias que pude aproximar da realidade em minha experiência pedagógica foi para o 7⁰ ano, foi os números inteiros positivos e negativos, utilizei o extrato bancário e trabalhei saldo positivo e negativo, então fizeram contas e puderam perceber que se passassem do dinheiro que tinham sua conta ficaria negativa , aproveitei a situação e falei sobre juros, orientando-os que se gastassem além do dinheiro que possuíssem no banco, pagariam juros altíssimos podendo prejudicá-los financeiramente.
    Professora PDE – Marinês Luciane Tavares 2012 Clevelândia - PR

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  18. Estudar Matemática

    A Matemática ainda é vista pela maioria de nossos alunos como algo cansativo, maçante e a falta de interesse pelos conteúdos matemáticos transmitidos na escola ainda é grande, pois os estudantes apresentam dificuldades em atribuir significados aos conteúdos escolares , pois muitas vezes perde-se a relação entre conteúdo matemático e o cotidiano do aluno.
    Portanto cabe a nós professores sempre que possível ao trabalhar determinado conteúdo demonstrar a nossos alunos como ele pode ser utilizado no dia a dia, estabelecendo desta forma um aprendizado significativo.
    Trabalhei com os alunos da EJA ensino médio coletivo – noturno, alunos trabalhadores entre eles: empregadas domésticas,agricultores,donas de casa, funcionários públicos, pedreiros, carpinteiros,etc. Alunos cansados ,pois trabalham o dia todo e a maioria em serviço pesado porém são muito interessados em aprender. O conteúdo trabalhado foi o Teorema de Pitágoras, discutimos a importância deste na construção civil, quer sejam nas paredes que formam ângulos retos, quer seja na tesoura do telhado, foi muito gratificante pois na sala havia alunos pedreiros e carpinteiros então eles explicaram aos demais alunos como faziam este trabalho e quais cálculos utilizavam. A aula foi interessante para todos nós.

    Professora Rosinei Kruger

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  19. É preciso destacar a importância de se estudar matemática, restabelecendo o elo perdido entre o processo didático e a aprendizagem. Dando ao estudo da matemática o lugar que lhe é devido.propondo atividades onde o aluno seja protagonista de seus conhecimentos. Muitas vezes entediamos os alunos com teoremas e questões maçantes ou simplesmente inúteis. Quando propomos atividades concretas, onde os alunos participam do processo de aprendizagem, a matemática torna-se significativa e interessante. A atividade proposta tem como objetivo entender o conceito de razão, densidade demográfica, e área. Os alunos foram organizados em grupos igual ao número de salas, tendo como tarefa contar os alunos das salas de aula que lá estudam , e medir em m² cada sala do colégio. Logo a seguir organizar uma tabela com os dados levantados. Após a coleta os grupos, são orientados a calcular densidade demográfica de cada sala de aula e completarem os dados da própria tabela que realizaram a pesquisa.
    Professora:
    Iloni H. Vieira

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