quarta-feira, 7 de maio de 2014

Abordagens no processo de Ensino

O ensino de matemática está sujeito a diferentes concepções de mundo, de sociedade, de ciência, de política. Não há como definir qual dessas concepções é mais adequada, pois isso depende muito do contexto em que elas são aplicadas. Entretanto, as diferentes abordagens no processo de ensino trazem tais concepções implícitas nas práticas pedagógicas a elas associadas.

De acordo com Mizukami (1986), algumas abordagens apresentam claro referencial filosófico e psicológico, ao passo que outras são intuitivas ou fundamentadas na prática, ou na imitação de modelos. O que se propõe não é a adoção de uma determinada abordagem considerada como correta, mas sim a tomada de consciência sobre qual abordagem permeia a nossa prática pedagógica.

Sendo assim, a atividade proposta é elaborar uma síntese em que seja feito um posicionamento pessoal em relação à prática pedagógica, ou seja, em que situações você é um professor tradicional, comportamentalista, humanista, cognitivista e sociocultural, ou se adota um pouco de cada uma das posturas dependendo da situação que se apresenta. Nessa síntese, pode-se se propor alternativas de conduzir atividades seguindo determinada abordagem, mesmo que o sistema hegemônico privilegie outro tipo.

Para acesso ao texto, clique aqui.

Caso não consiga postar, enviar para professorgil1968@gmail.com .
Prazo para postagem: 16/05/2014.

A reestruturação do currículo escolar

Leia o texto de Lautério; Nehring (2012, disponível em http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/561/117) e, em seguida, responda às seguintes questões no próprio documento de texto disponibilizado, enviando-as até dia 12 de maio de 2014. Após discussão no Grupo, haverá um sorteio das questões entre os participantes para publicar as respostas aqui no blog.

1) A Constituição Brasileira só contemplou a Educação em 1934. Porém, a primeira LDB é de 1961. Que consequências esse fato pode ter acarretado para a Educação Nacional?

2) A Lei 5692/1971 era de fato uma LDB? Que aspectos essa lei trazia implícitos?

3) A Lei 9394/1996 introduz conceitos contemplados na Constituição de 1988. Essa Lei se pauta na garantia de uma base comum de conteúdos, mas também introduz a diversidade curricular. Que mudanças esses conceitos trouxeram? Houve de fato alguma mudança?

4) A organização do conhecimento em três grandes áreas e a introdução dos conceitos de interdisciplinaridade e de contextualização foram determinadas pelos PCNs. Que mudanças pode-se (no passado) observar na Educação Básica a partir desses novos aspectos organizacionais e epistemológicos? Isso se verifica ainda hoje nas Escolas?

5) O que significa interdisciplinaridade e contextualização? Esses conceitos se consolidaram de fato na Educação Básica?

6) Os documentos oficiais preconizam que não deve haver precedência entre a base comum de conteúdos e a parte diversificada do currículo. Na prática, o que de fato acontece?

7) Cada uma das áreas do conhecimento escolar está atrelada ao uso de tecnologias. Como isso tem se operacionalizado no cotidiano da Escola?

8) Os PCNs preconizam o desenvolvimento de competências e habilidades. Em que consistem esses conceitos? Em que medida são válidos? Qual a ideologia subjacente a eles?

9) Quais os impactos trazidos pelos sistemas de avaliação pública introduzidos pela nova legislação?

10) Em que aspectos a sistemática de avaliação pública nacional conflita com as Diretrizes Curriculares Estaduais? Por que ocorre tal fato?

11) Por que, apesar de tantos avanços, os resultados das avaliações ainda apontam precariedade na Educação Básica?



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Qual o limite da Ciência?

Recentemente, foi publicado um artigo na revista científica “Physical Review D”, sob o título “Criação espontânea do Universo a partir do nada”.
Nesse artigo, os cientistas explicam de que maneira o Universo pode ter surgido. Em relação a esse artigo, o repórter da coluna "Mensageiro Sideral", Salvador Nogueira, da Folha de São Paulo, entrevistou um dos cientistas autores do artigo.
Leia a reportagem na íntegra em: 

http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/2014/04/09/universo-veio-do-nada-dizem-fisicos/

É interessante que, na entrevista, o cientista revela uma postura epistemológica. Qual seria essa postura? Não estaria o cientista extrapolando os limites da Ciência? Qual sua opinião sobre o citado artigo?



sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Banco de Objetos Educacionais

O site a seguir contém diversas sugestões de atividades, experiências, jogos e simulações que podem ser livremente utilizadas em suas produções didáticas, desde que a fonte seja citada. É o Banco Internacional de Objetos Educacionais. Acessem e experimentem...

http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Abordagens no processo de ensino e concepções de aprendizagem

O ensino de matemática está sujeito a diferentes concepções de mundo, de sociedade, de ciência, de política. Não há como definir qual dessas concepções é mais adequada, pois isso depende muito do contexto em que elas são aplicadas. Entretanto, as diferentes abordagens no processo de ensino trazem tais concepções implícitas nas práticas pedagógicas a elas associadas.
De acordo com Mizukami (1986), algumas abordagens apresentam claro referencial filosófico e psicológico, ao passo que outras são intuitivas ou fundamentadas na prática, ou na imitação de modelos. O que se propõe não é a adoção de uma determinada abordagem considerada como correta, mas sim a tomada de consciência sobre qual abordagem permeia a nossa prática pedagógica.
Sendo assim, a atividade proposta é elaborar uma síntese em que seja feito um posicionamento pessoal em relação à prática pedagógica, ou seja, em que situações você é um professor tradicional, comportamentalista, humanista, cognitivista e sociocultural, ou se adota um pouco de cada uma das posturas dependendo da situação que se apresenta. Nessa síntese, pode-se se propor alternativas de conduzir atividades seguindo determinada abordagem, mesmo que o sistema hegemônico privilegie outro tipo.
Caso não consiga postar, enviar para professorgil1968@gmail.com .
Prazo para postagem: 30/08/2013.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Em busca dos bytes perdidos

Acabei de ler uma matéria publicada no JM News sobre a denominada geração "C", que vive uma relação intensa com as tecnologias de comunicação. A matéria fala sobre a necessidade de se assimilar esses novos meios e explorar seu potencial educativo. Leiam e comentem...

http://jmnews.com.br/noticias/vamos20ler/21,37483,22,08,entender-a-geracao-c-desafia-os-educadores.shtml



sábado, 17 de agosto de 2013

Curso III - PDE - Metodologias de Ensino

Prezados Professores PDE da área de Matemática,

Este blog destina-se a centralizar as discussões geradas no contexto do Curso III e também tem por objetivo ser um canal de comunicação entre nós para que eu possa contribuir para o bom êxito de suas produções didático-pedagógicas.

A cada tarefa proposta, iniciarei uma nova postagem para organizar os procedimentos. Peço que se manifestem sempre que tiverem dúvidas ou julgarem necessário fazer alguma intervenção.

Bom curso a todos!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Discussões sobre Epistemologia

A Epistemologia ou Eilosofia da Ciência ocupa-se de discutir a estruturação e a evolução dessa atividade humana denominada Ciência. Dentre outras coisas, propõe-se a compreender como os cientistas pensam, o que são teorias científicas, qual o propósito da Ciência e como ela evolui.
Neste tópico, serão compartilhadas algumas discussões oriundas da apresentação de seminários temáticos sobre cada um dos principais epistemólogos do século XX.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Expansões decimais: número racional ou irracional?

Vimos em sala de aula o caso do número "raiz quadrada de 2". Além dele, há inúmeros casos de números irracionais e, sem excessão, apresentam a mesma característica.

Entretanto, muitas vezes nos deparamos com expansões decimais que nos fazem pensar que, por apresentarem aperiodicidade, tem sua origem num número irracional. Mas será que é sempre assim?

Por exemplo, o que você diria sobre o número 0,0588235... É um número racional ou irracional? Sua expansão decimal é infinita ou não? Qual a sua origem?


sábado, 23 de março de 2013

Inovar, revolucionar ou extinguir: qual é o melhor caminho?


Considero que a escola, do jeito que está estruturada hoje em dia, é uma instituição arcaica, ultrapassada, fadada ao fracasso, independente do nível de ensino. 

Eu penso que a escola deve estar comprometida com a aprendizagem do aluno e não com o repasse de conteúdos para cumprimento do programa, conteúdos esses que, muitas vezes, têm sua aplicabilidade ignorada pelo professor. Ou seja, acaba não servindo para nada, porque o aluno sozinho não aprende a utilizar os conhecimentos sistematizados pela escola para resolver os problemas de sua vida cotidiana.

O texto do educador Tião Rocha "levanta uma lebre" de peso. Ele propõe um novo modelo de escola: a educação sem escolas (pelo menos sem as estruturas escolares como as conhecemos). Segue o link para o texto.

http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/03/18/e-possivel-fazer-educacao-de-qualidade-sem-escola.htm

No mesmo rumo, porém indo mais radicalmente além, Danilo Alexandre Ferreira de Camargo, propõe eliminar as escolas. Leia sobre essa ideia no link abaixo.

http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/03/18/modelo-de-educacao-escolar-deve-ser-questionado-aponta-pesquisador-da-usp.htm

Após a leitura desses dois textos, elabore suas reflexões e poste um comentário. Solicito fazer isso até dia 26/03/2013 para que possamos discutir em sala de aula.