segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Atividade 4: "Na vida dez, na escola zero"

Responder à questão: qual deve ser o meu direcionamento pedagógico para que a Matemática ganhe sentido para nossos alunos, que realmente sirva como ferramenta de interação com o mundo?

Atividade 3: "Estudar Matemática"

Com base no texto "Estudar Matemática", de Marlene Menegazzi, elabore um texto de uma página em que seja relatada uma experiência pessoal relacionada ao que o texto apresenta.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

PDE - Abordagens no Processo

Olá a todas e a todos!

Dentro das atividades previstas para o Curso III, realizamos discussões sobre as Abordagens Pedagógicas, conforme Mizukami (1986).
Após a dinâmica de grupos realizada nesta data, cada um(a) de vocês deverá publicar uma síntese das ideias discutidas, contendo inclusive um posicionamento pessoal e uma perspectiva de reflexão sobre sua própria prática pedagógica.
Aguardo comentários...

Abraço a todas e a todos!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Metodologia e Prática de Ensino da Matemática II - Texto: Diversidade e flexibilidade


UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA DE IRATI - DEMAT/I
Curso: Licenciatura em Matemática
Disciplina: Metodologia e Prática de Ensino da Matemática II
Turma: 4o. Ano - Turno: Noturno

Professor: Clodogil Fabiano Ribeiro dos Santos

Leia o texto disponível no link abaixo (PEREIRA, Avelino Romero. Diversidade e flexibilidade. Disponível em http://www.4shared.com/office/eJMsJMRp/Diversidade_e_flexibilidade.html , acesso em 14/08/2012).
Elabore um texto dissertativo-argumentativo discutindo o papel da Educação Matemática no aprimoramento do educando, em especial nos aspectos elencados pela LDB: formação ética, desenvolvimento da identidade, da autonomia intelectual e do pensamento crítico. Neste texto, siga a ideia do autor no que se refere à promoção da diversidade e da flexibilidade.

http://www.4shared.com/office/eJMsJMRp/Diversidade_e_flexibilidade.html


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Pessoal,

Existe um banco de objetos educacionais na página do MEC. Lá existem várias ideias para aulas, oficinas, jogos etc.

Acessem: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/

Att.

Prof. Gil

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Metodologia e Prática de Ensino da Matemática II

Com base no texto "Estudar Matemática" (excerto do artigo de MENEGAZZI, 2004), discuta as seguintes questões:
1) Por que se deve ensinar um determinado conteúdo matemático na escola básica? Escolha um conteúdo e comente (procure escolher um conteúdo que você não vislumbre aplicação social e pesquise tal aplicação).
2) Como nossos estudantes poderiam passar da condição de espectadores para a de protagonistas da obra matemática?
3) Estabeleça uma relação entre as "situações adaptadas ao estudo de uma questão matemática" e a Teoria das Situações Didáticas (BROUSSEAU, 2008).

Referências:
BROUSSEAU, Guy. Introdução ao estudo das situações didáticas: conteúdos e métodos de ensino. São Paulo: Ática, 2008.
MENEGAZZI, Marlene. Reflexões acerca dos saberes do professore de matemática. Revista Práxis, ed.1, v.1, n.1, jan-jun 2004.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Metodologia e Prática de Ensino da Matemática - II


Curso: Licenciatura em Matemática Série: 4ª
Disciplina: Metodologia e Prática de Ensino da Matemática II Turno: Noturno
Professor: Clodogil Fabiano Ribeiro dos Santos Data: 26/06/2012

Escreva um relato das contribuições proporcionadas pela Disciplina de Metodologia e Prática de Ensino da Matemática II para a sua prática pedagógica, destacando pelo menos uma das metodologias abordadas e projetando sua utilização em sala de aula.

Faça também um comentário sobre suas expectativas de desenvolvimento da Disciplina para o Segundo Semestre, em especial alguma metodologia de ensino que você gostaria que fosse discutida ou abordada.

Postar comentários até dia 24/07/2012.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE, UNICENTRO
Campus Universitário de Irati
Setor de Ciências Agrárias e Ambientais- SEAA/I

Departamento de Matemática - DEMAT/I


Curso: Matemática Série: 3ª
Disciplina: Estágio Supervisionado em Matemática I Turno: Noturno Professor: Clodogil Fabiano Ribeiro dos Santos Data: 14/06/2012

Questões sobre o texto
TARDIF, Maurice, RAYMOND, Danielle. Saberes, tempo e aprendizagem do trabalho no magistério. Educação & Sociedade, ano XXI, no 73, Dezembro 2000.

1) O texto fala sobre os saberes que servem de base para o ensino (knowledge base), entendida de duas maneiras: num sentido restrito e num sentido amplo.
a) Quais seriam, em sua visão, os saberes mobilizados pelos “professores eficientes” (o que são?) em sua prática profissional? Elabore uma discussão sobre o assunto.
b) Quais são os saberes que fundamentam o ato de ensinar? Caracterize esses saberes.
2) No conjunto dos saberes, em um sentido amplo, estão contidos conhecimentos, competências, habilidades e atitudes dos docentes. Descreva as características de cada um deles.
3) Qual a justificativa do autor para refutar a proposição da categorização de saberes feita pelos autores citados no texto?
4) A partir do quadro “saberes dos professores”, faça uma estimativa da relevância de cada um deles em três momentos da vida profissional do professor: na formação, no início e no final da carreira.
5) Caracterize as fontes pré-profissionais citadas pelo autor e discuta suas influências na formação profissional.
6) Quais os principais aspectos que caracterizam as fases da carreira do professor? Estabeleça uma correlação entre esses aspectos e a realidade que você observa no campo de estágio.
7) Para os autores interessados na socialização profissional dos professores, existem duas fases durante os primeiros anos de carreira: fase de exploração e fase de estabilização. Quais os saberes mobilizados em cada fase?
8) A partir das ideias do autor, estabeleça um panorama dos saberes que você mobilizaria em cada fase da sua vida profissional, exercitando assim um tipo de plano de carreira. Enumere e caracterize as fontes desses saberes.

quinta-feira, 3 de maio de 2012


Diálogo com o texto

PIMENTA, Selma G., LIMA, Maria S. L. Estágio e docência: diferentes concepções. Revista Poíesis, v.3, n.3-4, p.5-24, 2005/2006.

Responda as questões abaixo com base no texto, promovendo um diálogo entre suas concepções e as ideias das autoras.

  1. Na página 6, o texto diferencia “teorias” de “saberes disciplinares”. Em sua concepção, qual é o significado de cada termo e por que são considerados opostos?
  2. Descreva uma situação que evidencie o que Pimenta e Lima (2006) chamam de “prática como imitação de modelos”. Quais seus maiores problemas?
  3. Faça o mesmo em relação à “prática como instrumentalização técnica”.
  4. Qual é a proposta das autoras para articular teoria, prática e ação pedagógica? Qual o papel de cada uma delas no processo de formação do professor de matemática?
  5. Em sua concepção, qual é a trajetória a ser seguida para conciliar o caráter de formação profissional com o caráter de instância de pesquisa do Estágio Supervisionado?
  6. Em que consiste a chamada epistemologia da prática e qual é seu papel na formação de professores de matemática?
  7. O que significa “entender as restrições impostas pela prática institucional e pelo histórico social ao ensino.” (PIMENTA e LIMA, 2006, p.19)?
  8. Em sua concepção, qual seria o caminho para tirar o Estágio da condição de simples “apêndice curricular” e fazê-lo assumir um papel central na formação do professor de matemática? Como fazer para que o Estágio possa “permear todas as disciplinas do curso de formação” (op.cit., p.20)?

terça-feira, 20 de março de 2012

Por que trabalhar de maneira interdisciplinar?

Vivemos tempos em que as relações sociais e com o meio ambiente são marcadas por uma complexidade nunca antes vista. Somos convocados a nos posicionar diante de problemas que envolvem um número muito grande de variáveis, nem sempre culminando num sistema determinado de soluções.
A escola, contudo, não tem acompanhado essa demanda. Ainda hoje, as práticas disciplinares são uma presença constante nas salas de aula.
Os documentos oficiais enfatizam a necessidade de se romper as barreiras disciplinares. Isso pode ser entendido num trecho dos PCN-EM:

  • "Nessa definição de propósitos, percebe-se que a escola de hoje não pode mais ficar restrita ao ensino disciplinar de natureza enciclopédica. De acordo com as Diretrizes Curriculares para o Ensino Médio, deve-se considerar um amplo espectro de competências e habilidades a serem desenvolvidas no conjunto das disciplinas. O trabalho disciplinar pode e deve contribuir para esse desenvolvimento. Conforme destacam os PCNEM (2002) e os PCN+ (2002), o ensino da Matemática pode contribuir para que os alunos desenvolvam habilidades relacionadas à representação, compreensão, comunicação, investigação e, também, à contextualização sociocultural."
Diante desse impasse, como proceder para fazer com que a escola de fato seja uma instância de atualização e construção de conhecimentos, que possam servir como ferramentas para os cidadãos intervirem conscientemente na sociedade?

quarta-feira, 7 de março de 2012

Estágio: instância de formação ou de reprodução

O Estágio Supervisionado é a principal instância formativa do Profissional da Educação. Na Educação Matemática isso não é diferente. Além de sua dimensão profissional, o Estágio Supervisionado também deve se constituir como instância de pesquisa, oportunizando ao Licenciando questionar a própria formação.
Contudo, apesar de serem intensamente incentivados a adotar posturas inovadoras, criativas e de liderança em seu grupo profissional, o que se observa é um processo de reprodução do status quo, perpetuando práticas que já se mostram superadas e que não contribuem para despertar o interesse dos educandos.
O que se pode fazer? Qual a saída para esse impasse diante das exigências dos Sistemas de Ensino, especialmente aquelas relacionadas ao cumprimento do conteúdo e à manutenção da disciplina dos alunos?

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Para que serve o Ensino Médio?

Atualmente, vivemos uma época de constantes transformações na sociedade. E como a Educação é um fenômeno social, ela também experimenta significativas transformações. Contudo, embora seja visível esse processo de mudança, algumas coisas parecem imutáveis. Uma delas é a finalidade do Ensino Médio.
Desde 1996, com a publicação da nova LDB da Educação (Lei 9394/1996), tem sido defendido um caráter mais formativo para essa etapa da Educação Básica. Isso ficou evidenciado a partir da publicação dos PCN-EM, que propõem que a Educação Básica deve prover uma formação integral para o cidadão. Nesse aspecto, o Ensino Médio figura como etapa final da formação básica, a qual deve permitir ao estudante prosseguir seus estudos,  estar devidamente preparado para o mundo do trabalho e decodificar de forma adequada o mundo em que vive, atuando nele de forma consciente, crítica e decisiva.
No entanto, tem se observado um conflito de interesses: dentre os três caminhos citados acima, apenas os dois primeiros tem ganhado maior ênfase, estabelecendo uma relação utilitária entre os estudantes e os sistemas de ensino.
Dentro desse contexto, a Educação Matemática aparece envolvida num conflito de interesses. Para que ensinar Matemática? A que interesse ela deve servir? Qual seu papel na formação dos estudantes? Seria ela uma mera ferramenta utilitária? Como formar cidadãos críticos e conscientes através da Educação Matemática?
Está aberto o debate...

Como se faz ciência?


Nos dias atuais, a Ciência tem um status de verdade final, de suprema juiza nas questões envolvendo fatos ou fenômenos naturais ou sociais. Contudo, de onde vem esse tão eminente status?
Nosso objetivo é discutir a natureza da Ciência, como um cientista trabalha, como se constrói o conhecimento científico. Isso nos possibilita ter uma visão mais refletida, mais elaborada, sobre as formas de construção do conhecimento que podem ser observada em estudantes, superando concepções ingênuas, geralmente oriundas da opinião, e não da reflexão. Chalmers (1993, p.18) afirma que: 
Nos tempos modernos, a ciência é altamente considerada. Aparentemente há uma crença amplamente aceita de que há algo de especial a respeito da ciência e de seus métodos. A atribuição do termo “científico” a alguma afirmação, linha de raciocínio ou peça de pesquisa é feita de um modo que pretende implicar algum tipo de mérito ou um tipo especial de confiabilidade. Mas o que é tão especial em relação à ciência? O que vem a ser esse “método científico” que comprovadamente leva a resultados especialmente meritórios ou confiáveis?
A mídia, em especial, tem passado essa visão de Ciência como supremo baluarte da verdade. Vemos propagandas de alvejantes, de creme dental, enfim, de diversos produtos que se apresentam com a chancela "cientificamente testado", como se a Ciência tivesse esse poder.
Sendo assim, quais são os limites da Ciência? Como se dá o processo de construção desse conhecimento? A discussão está aberta...
Referências:
CHALMERS, Alan Francis. O que é ciência afinal? Brasília: Brasiliense, 1993.